I do not want to give you up, but I no longer have the strength to fight anymore
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domingo, 5 de dezembro de 2010

P de pai

As vezes tenho saudades da minha infância, de polar, correr, esconder-me de ti. Bem de tudo o que se passou quando era mais nova. Gostava que tudo voltasse como era, de tu me amares tanto como dizias, que era a tua vida, (..) e agora cresci e o que eu vejo que isso todo mudou, já nem me tratas como filha, que nem como tua amiga tu me tratas e isso? Mete-me nervos uma coisa que eu apanho quando te vejo, quando estou contigo, além de te ver uma vez por ano. Isso a mim custa-me tanto. Eu sei que tenho mais duas manas, e aceito-as! Só não gosto de tu não me tratares igual a elas, podias-me fazer o mesmo mas não o fazes, quando estou contigo sinto que estou a mais, e que eu quero me vir embora, para Beja. Que pelo menos aqui alguém me trata bem. Aqui pelo menos tratam-me de maneira diferente. Já pensei será que é por não tares muito tempo comigo, mas não é! Eu sei que não é. A pior coisa que me dizes-te foi “ eu não gosto de ti” por outras palavras mas sim dizeste-o. Não percebes que eu ainda sou uma “criança” que também tenho sentimentos!? Se não gostas de mim porque me fizeste!? Mas a pesar de tudo, não sei como eu gosto de ti. Será porque és meu pai? Não sei. Posso-te odiar, mas posso-te amar  : s
Amo-te pai

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